Archive for outubro, 2007
Quem diz que o Brasil não tem liderança em nada não está antenado no mundo das celebridades americanas. Vide a sexagenonária Jane Fonda, que quer agora interpretar papel sexy em filme sobre sexo na maturidade. Será que só eu lembrei da Gretchen?
Se ela seguir a idéia de aproveitar o passado para dar um tchans a mais no filme, como a mãe da(o) Tammy fez com “La Conga Sex”, tenho até medo do que vai sair no título. De “Barbarellizando” para baixo!
Parece que se Spencer Tunick (aquele cara que tira foto de um monte de gente pelada. Eu também não tinha idéia do nome dele, só descobri por causa da entrevista onde ele diz que as brasileiras são as mais tímidas) pesquisasse mais entre as pessoas mais avançadas em idade poderia ter mais adesões para as suas sessões não?
outubro 10th, 2007
Como uma criatura adepta de modinhas, memes, hypes e coisas do gênero que estou me tornando, encontrei esse chamado no Parem o Mundo! e no Soluços e soluções. Como uma boa pseudo-iniciante, estou começando a caçar memes tal qual como repassamos corrente quando começamos a utilizar e-mails. Talvez depois de algum tempo eu encha disso, como enchi de mandar aquelas mensagens em pps, mas atualmente acho interessante.
Vejamos, o que escrever no dia de “Um post por Burma”?. Será que vale mesmo a pena escrever sobre isso? Não sei porcaria nenhuma sobre esse monte de homens voluntariamente carecas com vestidos laranja com bordas vermelhas que estão causando tanto bafafá que até foram alvo de um discurso do Bush. Além do mais, isso vai atrasar dois outros posts que eu acabei de escrever.
Mas se mais de 10 pessoas combinaram de escrever sobre isso não sou eu quem vai deixar de tentar. Ainda que na semana seguinte. Nem que seja para criticar. Afinal, não é todo o dia que eu consigo fazer isso!

Visitei alguns sites relacionados e descobri que o pedido é para… Publicar uma imagem no blog sobre o movimento (aliás, tem várias bem legais lá no Flirck deles)! Eu ainda não entendi o que leva blogueiros a postar somente uma imagem com uma legenda em inglês sem escrever uma vírgula sobre o tema. Não me conformo que postar aquela imagem ali de cima seja suficiente para alguém que se propõe a blogar (mesmo que eventualmente), me lembra o conceito de Betinho de sofá.
Não sei se esse movimento todo ajuda muito para um lugar que, de qualquer forma, já está legalmente privado de internet. Mas pelo fato de (quase) nada do que é feito escondido é algo de que se orgulhar e da minha carioquiçe me fazer ter uma visão do que é viver com “liberdade tolhida, sob o medo, sob a covardia e sem perspectiva de paz”, apóio as manifestações de apoio. (É, eu falei-falei e fiz igualzinho, um post em sua essência só a foto)
Achei depois do 1º contato algumas pessoas que fizeram boas análises sobre a situação da Birmânia (como a polilinkada Rosana Hermann), então para quem se interessa de verdade por esses assuntos mais políticos sugiro a visita a endereços indicados pelo famoso Tio Google, como os hábitos israelitas das Tribos de Menashe e Mizo (Eu não sei o que acontece comigo, volta e meia quando pesquiso algo no google eu acabo caindo em alguma página judia!), o que a CIA e a BBC sabem sobre eles e para os realmente contagiados pela campanha os endereços da coalisão e do Free Burma.
outubro 9th, 2007
E aqui vai a continuação que eu não sei se é mesmo uma continuação. Como eu disse antes, esse post é para (tentar) participar da campanha “RUMUAL É KISSA”, criada pela Fabiane do Megalópolis. Provavelmente não vai servir, pois precisaria ser algo geral, acho que não funcionaria tão bem num município só, mas como foi a única coisa que eu pensei nos últimos tempos, lá vai:
Inspirada na estratégia de controle da AIDS africana (vide post anterior), acho que a solução seria algo como as vacinas sabe? Deixar essas gerações até aqui do jeito que estão, trabalhando essa estratégia de tratamento+campanha e tornar obrigatório para todas as gestantes o pré-natal com teste anti-HIV, afinal em cerca de 80% dos casos de tratamento adequado de mãe soropositiva a crianças nasce saudável. Essa taxa é bem melhor do que de muita outra intervenção por aí, e acho que a doença é suficientemente séria para ser um caso de segurança nacional. De que serve o país se sua população estiver toda doente, oras bolas?
Não tem sistema que agüente coquetel anti-retroviral (ou seja lá como se escreva isso) para a população toda, isso sem contar a demanda decorrente de todas as doenças oportunistas que vêm junto. Se a criatura não tem responsabilidade para ter um filho de forma que não atente contra a saúde coletiva, é melhor nem ter – tesoura para as suas trompas ou seus canais deferentes, dependendo do seu sexo. Que vá matar adultos!
Isso assusta, claro, afinal os filhos se têm na juventude (isso é verdade pelo menos para as mulheres) e parece um tanto cruel “castrar” alguém por isso, além de ter toda aquela questão de direitos humanos e talvez também as posições religiosas que provavelmente inviabilizariam tudo. Mas HOJE eu acho justo considerar como TERRORISTAS pessoas que permitem uma transmissão vertical de HIV tendo mais de 80% de sucesso na interrupção deste tipo de contágio.
Teríamos gerações futuras com taxas menores de contaminação. É uma solução a longo prazo talvez, mas tem que ser começada em algum momento certo? Não é justo uma criança que não tem nada a ver com a história ser contaminada pura e simplesmente, sem que nem se tente fazer com que ela não contraia o vírus.
Momento “Viagem na Maionese”: O grande problema é que teríamos que deixar essas crianças sadias em casulos bem na linha do Matrix, onde elas só interagissem com as gerações anteriores e aqueles que não tiveram boa reação ao tratamento via Second Life ou algo do gênero. Sexo então só com aquele simulador, do filme onde eles usam 3 conchas no lugar do papel higiênico!;-)
Mas um problema de cada vez. A proposta se resume, então a: Considerar TERRORISMO a transmissão vertical (i.é. de mãe para filho) do HIV, nos casos onde não se fez o pré natal com teste Anti-HIV.
PS: Acho que acabei fazendo um pouco de viagem na maionese né? Mas como já disse, não ficarei chateada se não for considerado válido para o RUMUAL É KISSA – afinal de contas é uma proposta bem difícil essa que a Fabiane fez!
outubro 5th, 2007
O Cardoso postou sobre o arcebispo que afirmou que estão fazendo camisinhas com HIV. Eu já tinha lido sobre isso em algum lugar, mas estava com preguiça de escrever algo a respeito, principalmente pelo fato de saber que o bichinho morre em 15 minutos fora do organismo humano. O post dele, entretanto, me lembrou que essa idéia de conspiração não é exclusividade de líder religioso não. Eu já ouvi professora de pós-graduação na área médico-administrativa afirmar que a contaminação em massa é uma estratégia para o continente: É uma lógica do tipo “Se não pode vencê-los [no caso, o HIV], junte-se a eles [i.e., transforme todos em soropositivos]“.
Ela explicou com um esqueminha com três pontos de controle. É mais ou menos assim: você pode controlar uma epidemia em três pontos:
No próprio agente da doença – Que só funciona quando você tem a cura para a epidemia. A única forma que eu estou lembrando agora, o que já é alguma coisa já que eu não sou médica, é treinando os anticorpos da pessoa para reconhecer o invasor no caso de uma contaminação (como nas vacinas que a gente toma quando é criança).
No vetor – Nessa estratégia você derruba a ponte. A doença não tem cura conhecida? Então vamos identificar como se dá o contágio e eliminamos o que transmite. É no que se baseia as campanhas contra Dengue, quando incentivam as pessoas a não deixarem água parada, diminuindo assim a população de mosquitos vetores da doença.
Na população de risco – Aqui não tem jeito. Se a doença não tem controle nos dois primeiros itens o jeito é diminuir a população sob risco de contrair o raio da doença – o vai dar problema com certeza, por que o ser humano é a criatura mais difícil de domar. Lembra da piada do médico que diz para o paciente que ele tem que suspender a bebida e aí ele passa a tomar a cachaça dele em cima de um banquinho? Pois é o que acontece quando se tem que controlar uma doença agindo sobre pessoas.
O programa de AIDS no Brasil atua no agente da doença (com os coquetéis distribuídos para os infectados, que dá uma aliviada na cepa de vírus em circulação, deixando-o um pouquinho que seja menos agressivo, alem de melhorarem a qualidade de vida dos doentes), mas quando chega no vetor… Não tem vetor! Ou antes, o vetor é um comportamento. Aí babou. Dá-lhe campanha, dá-lhe campanha, dá-lhe campanha e isso sem garantia de que vá funcionar. E tome dinheiro para financiar isso tudo.
Mas e na África? Por lá, segundo ela, a estratégia perceptível do controle do HIV na África é simples. Vamos reduzir a população de risco… Deixando todo mundo contrair a doença. De repente a natureza segue seu curso e começam a aparecer indivíduos resistentes. A seleção natural deu tão certo no passado, por que não agora não é mesmo?
Confesso que eu até penso algo parecido, mas vou deixar isso para outro post para poder participar + ou – do meme da Fabiane do Megalópolis.
outubro 4th, 2007
Não, ainda não é para dizer que eu arrumei um link bonitinho para os feeds. Ainda não tive tempo para isso desde que voltei de Cachoeira Paulista (que por sinal, adorei apesar da programação do evento ter sido pouco focada para os 40 anos do TLC no Brasil, que foi o motivo d’eu ir pra lá).
Estava eu ontem indo para o trabalho, quando passando por uma banca de jornal e fazendo uma leitura dos feeds dos pobres descubro que a UERJ pegou fogo! COMO ASSIM, DE NOVO? Quando eu estudei lá (bem no começo do curso) teve um incêndio na lanchonete e eu passei o curso todo tendo que ir para os outros andares para lanchar (sim, esperaram eu me formar para consertar ¬¬).
Será que agora é só eu sair do estado para acontecer alguma m*? Bom, pelo menos os alunos ganharam mais tempo para as provas de cálculo. Sorte que eu não tenho carro agora que os sistemas de Roubo e Furto de veículos e do IPVA foram para o beleléu!
E agora vejo gente levando drogas para Friburgo. Pôxa, só por que eu vou para lá neste fim de semana? Já estou me vendo levando mais tempo do que o necessário na viagem, já que agora que apareceu um é razoável imaginar que vão procurar mais, principalmente neste fim de semana que vai ter prova de concurso lá e pessoas vindo de vários lugares para fazê-la!
Estou me sentindo um pouco como o Rob McKenna, o “Deus da Chuva” criado por Douglas Adams, e ficando com medo de entrar no site da Canção Nova e descobrir que aconteceu alguma caca por lá também!
outubro 2nd, 2007
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