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Filme cabeça que me pagaram para assistir no Festival do Rio em seu último dia no Centro Cultural Justiça Federal. Assistindo lembrei muito de Isaac Asimov e sua Psico-história, e como eu estava tão disposta a trabalhar nisso na época que eu surtei que fiz até um blog.
O filme (documentário?) do canadense Richard Brouillette é um curso de economia em 160 minutos. Foi tanta informação que eu não sei se tenho muito a declarar por aqui. Acho que a única forma de fazê-lo seria desmembrar todos os discursos e ve-los novamente tomando notas.
Muito interessante do ponto de vista da psico história. Deu vontade de novo de trabalhar nisso até, mesmo estando mais lúcida hoje em dia.
E a trilha sonora? O que era aquilo gente? Eu tinha que me controlar para não rir muito alto toda a vez que entravam os textos entre os depoimentos dos economistas, cientistas sociais ou seja lá o nome atual dos psico historiadores que aparecem no filme.
Excedeu totalmente as expectativas. E ainda ganhei carona e lanche indenizatório por ter ido lá!
Tags: filmes, Resenhas
novembro 6th, 2009
Ontem minha família saiu e resolveu me deixar trancada do lado de fora de casa. Por sorte, elas tiveram a decência de me avisar, o que me permitiu fazer uma coisa que não costumo fazer por consideração ao trabalho que a minha medicação para psoriase lhes dá (remédio de uso tópico é uma droga…): Ir ao cinema depois do trabalho.
Enrolei um bocado no trabalho, lembrando vagamente do horário das sessões do cinema próximo. Não adiantou muito, pois com o Festival do Rio não tinha um site na internet que me informasse os horários dos filmes no Cine Palácio.
Vou para o cinema totalmente no escuro sobre o filme que irei assistir. Tenho que enrolar mais tempo, pois a próxima sessão ainda levaria 1h para começar. Vou no Cine Oden para ver se tem algo mais cedo, mas nada.
Acabo entrando numa fila bem grandinha para assistir a um filme sul coreano chamado “O bom, o mau e o bizarro”.
O filme se passa na Manchúria (pelo que eu entendi) e gira em torno de três bandidos, o primeiro ladrão de trens hilário, o segundo um assassino contratado para recuperar um mapa do tesouro e o terceiro caçador de recompensas. Tudo isso no melhor estilo bangue-bangue!
O ladrão de trens acaba roubando o mapa e sendo perseguido pelo assassino e pelo caçador de reconpensas. Na busca pelo tesouro, o ladrão e o caçador acabam formando uma parceria que rendem boas risadas no cinema, como as cenas onde o ladrão resolve usar um escafandro para se proteger dos tiros no confronto contra a gangue do assassino.
Ah quase esqueço o que me fez escrever o post: O assassino é o primeiro vilão emo que eu já vi. E o ladrão volta e meia lambe os lábios à lá Coringa!
Só ficou a dúvida no final: Quem, afinal de contas, era o bizarro!
Tags: filmes
setembro 30th, 2008
E para completar a série de livros que tenho lido recentemente (já que não me ocorre mais nada para postar) temos um livro mais cabeça, tal como o anterior emprestado por uma colega do trabalho. Não é um romançe de banca de jornal, como o título pode sugerir, mas sim um livro-denúncia sobre as condições da sociedade chinesa desde a invasão japonesa até a morte de Mao Tse-Tung.
Aliás esse tal de Mao era um grandessíssimo FDP, que para se manter no poder destruiu seu país e a vida de famílias como a dessas “três filhas da China”. Mostra como o poder pode corromper grandes ideais.
O que me chamou a atenção era a facilidade que era para trocar de nome, só pedir para o pai e pronto!
O livro mescla descrições sobre a situação do país com as histórias de três gerações de mulheres chinesas, desde a época em que quebrar o pé de garotinhas de 2 anos de idade para que eles não passassem de 8 cm na idade adulta era considerado um investimento no futuro da filha. Mostra a vida de uma concubina sortuda (avó da autora, que teve uma casa montada só para si, sem ter que ficar sob o jugo da esposas e outras concubinas) e os problemas que o rituais a serem cumpridos pelas gerações mais jovens com relação a mais velha pode causar.
O crescimento do comunismo no país é narrado através das histórias da autora e de sua mãe. Ambas receberam o nome do título do livro, “Cisne Selvagem”. E todas as três revelam-se perfeitas heroínas.
Recomendo fortemente, para que fique sempre na nossa cabeça o estrago que a sede pelo poder pode ter.
Tags: Livro
setembro 12th, 2008
Já contei aqui que tem uma criaturinha do mal atrás de mim no trabalho, apelidada carinhosamente de Smeagol.
Qual não foi minha surpresa quando encontro aqui um comentário dele:
Poxa, não quer sair comigo mesmo, né? 
Gelei. Um comentário desses significava que cara tinha (não necessariamente nessa ordem):
- Descoberto o apelido secreto dele (se bem que era fácil de descobrir, era só se olhar no espelho);
- Jogado meu nome no google e descoberto este blog, já que uma vez eu fui burra o suficiente para botar meu nome por aqui (eu tava surtada mesmo¬¬)
Estremeci de asco ao imaginar que tal criatura pudesse estar a par das minhas intimidades assim, sem mais nem menos. Se abrir expor [1] para estranhos sempre me pareceu mais fácil do que para conhecidos – ainda mais para conhecidos aos quais eu tenho aversão!
Então eu vejo o blog dele – ué, ele tem blog? -: http://criticaconstrutiva.wordpress.com/, o blog do cretino do (acho que não tenho intimidade ainda para xingar) Wallace.
Que maldade! Sabia que se eu infarto com a minha idade eu morro por que o meu coraçãozinho ainda não teve tempo de se capilarizar? Muito mau você Sr. Wallace!
[1]. Ah, esquece, não tem como isso não ficar com um duplo sentido…
Tags: diário, trabalho
agosto 23rd, 2008
Trabalho feito, sem perspectivas de aparecer lá muita coisa para fazer nos próximos dias, graças a uma nova metodologia de análise que fez com que os processos andassem bem mais rápido pelas nossas mesas.
Há resoluções e normas para ler, mas isso é tão entediante!
Por isso passei a ler meus feeds. Escrever. Mudar a estrutura de categorias do blog (ficou tão lixo quanto antes, já que sou péssima em categorização ainda mais de uma coisa tão etérea quanto textos, mas pelo menos agora faço uma piada com o nome do blog).
Até perturbar o Pandão no trabalho dele eu venho ultimamente. Ele já me teria banido do gtalk se isso fosse possível!
É complicado, por que não é tanto tempo assim que eu posso gastar na internet do trabalho, e mesmo assim, eu não estou encontrando nada de produtivo para fazer. É frustrante! Aí eu fico atrapalhando os outros e queimando o meu filme no setor.
Oh ócio cruel! Não posso dormir, dobrar origami fica muito na cara. Será que vai demorar muito para a chefia arranjar serviço para a gente? Estou com medo de aparecer algo medonho, muito medo!
Tags: trabalho
agosto 13th, 2008