Perguntas de spans
[Post escrito originalmente em 12.4.2010]
Eu sei que não deve ser muito comum, mas identifiquei uma pergunta curiosa de um comentarista classificado como spam pelo Askimet:
Add comment julho 2nd, 2010
[Post escrito originalmente em 12.4.2010]
Eu sei que não deve ser muito comum, mas identifiquei uma pergunta curiosa de um comentarista classificado como spam pelo Askimet:
Add comment julho 2nd, 2010
Primeiro dia útil: Uma carreta com uma peça da Petrobrás vira na Brasil de madrugada. Sou acordada pela combinação do meu despertador e do telefone tocando: Uma parente zelosa me avisando que eu chegaria tarde no trabalho.
Surpreendo a todos conseguindo a proeza de chegar uma hora antes do almoço depois de apenas cinco horas de viagem.
E hoje – na verdade, agora já ontem – tive mais quatro horas até em casa. Para a minha sorte não consegui pegar a Brasil. Ouvi no rádio de um cara que levou essas quatro horas para fazer o trajeto Av Graça Aranha-Central.
E vi estratégias de fuga do Centro da cidade curiosas. Como pegar um ônibus-turismo para um cafundó como Santa Cruz para chegar à Copacabana por exemplo. A minha era composta por algo parecido também.
Se eu não estava com medo, ele chegou quando eu vi um riacho mísero na entrada da Grota Funda fervilhando, a estrada sem iluminação pública, agentes do corpo de bombeiros/devesa civil/wathever na chuva quase meia noite serrando uma árvore tombada tentando desimpedir a pista para Barra sem saber que mais adiante tinham mais outros dois deslizamentos.
Será que a zica se restringe aos dias úteis? Estou com medo de amanh… Argh, já é hooooje!
Add comment abril 6th, 2010
Hoje é o Dia Nacional da Psoríase, e em homenagem a essa data excepcional (afinal de contas quantas doenças têm um dia só seu?) eu escreverei um pouco sobre essa doença que eu tenho e como ando lidando com isso ultimamente.
Ah, só para explicar por alto, psoríase é uma doença crônica de pele, de fundo multifatorial mas principalmente emocional, que se apresenta com a descamação de áreas da pele. Aliás o nome da doença vem dessa idéia de escama (pso).
Minhas lesões começaram a arder no meio do mês de setembro, então fui pesquisar sobre a doença e encontrei uma associação de portadores aqui no Rio. Além de dicas para portadores, o testemunho bem humorado no site me chamou a atenção.
Mas o que me deprimiu e me levou às lágrimas em pleno expediente creio que foi a notícia de que portadores têm maior risco de complicações cardíacas. Não gosto da idéia dessa pereboríase reduzam de alguma forma a minha chance de sobrevivência. Já é ruim o suficiente que eu fique com vergonha das quase-feridas.
Me organizei para ir a uma das reuniões do grupo, mais especificamente a de 26 de setembro. Se nada mais me valeu, pelo menos com isso agora eu tenho uma carteirinha de alberguista, que fiz para poder aproveitar um pouco o sábado e não chegar na tal reunião como um zumbi como eu faço com o trabalho.
Mas antes de ir, dei uma folheada também no Consenso Brasileiro de Psoríase. Não foi legal saber que no início psoríase era considerada lepra (a atual hanseníase). Bem que me disseram para parar de ler coisas que me entristecem. Pena que, apesar da ignorância ser uma bênção, eu sou curiosa demais para poder usufrui-la.
Comecei a usar esse mês um remedinho que parecia que eu já tinha usado antes, mas esse ficou fedido e preto. Totalmente diferente dos outros que eram sempre clarinhos tipo branco ou perolado. Maínha diz que faz efeito, só que dá preguiça ter que limpar a lambança que fica 10 h depois…
Mas vambora. Ir embora a maledeta não vai por que os remedinhos que me garantem a vida em sociedade agravam a doença, mas pelo menos essa coisa de arder está começando a me deixar vaidosa, já que lambuzar tudo com hidratante parece aliviar o desconforto.
O negócio é achar o lado positivo da coisa, e se não tiver, inventar um. Bom dia da psoríase para vocês, e espero que sejam do tipo que conseguem não ter nojinho dos portadores. Se for, parabéns: você é um espírito mais avançado do que eu e a maioria da população.
5 comments outubro 29th, 2009
Voltando para casa um dia desses escuto uma pergunta curiosa feita em tom acusativo por um dos rapazes andando atrás de mim:
- Você não foi batizado no Espírito Santo?
Olhei para trás. Minha língua coçou para responder:
- Não, fui batizada aqui no Rio de Janeiro mesmo!
Add comment setembro 23rd, 2009
Olá p-soas.
Já que eu tenho que fazer hora mesmo até o início do Twestival, resolvi tentar escrever um pouco por aqui, para variar um pouco. Uma <cof> resenha. Qualquer coisa é mais interessante que trabalhar não é?
Mas vamos lá:
Nunca liguei muito para as histórias de vampiro. O mais perto disso que cheguei nos livros e gostei foram na série Dark Hunter e mesmo assim lá é tudo diferente. Talvez fale sobre ela um dia desses, mas tenho tentado evitar esse tipo de literatura ultimamente.
Acabei lendo por que eu estava passeando nas Americanas com a minha irmã e fomos garimpar livros entre as promoções lá deles. Infelizmente todas as livrarias que abrem naquele shopping fecham em tipo uns 6 meses, e o sebo mais famoso da região está cada dia mais decadente.
Ela encontrou esse livro e seus olhinhos brilharam. Engoli em seco e comprei o livro, já que é raro vê-la animada com leitura.
Ok, não tá com muita cara de resenha né? Realmente não tenho muito a dizer sobre ele na verdade.
Minha irmã A-D-O-R-O-U. Não sossegou enquanto não botou as mãos nos outros livros da série. E até achou uns 12 capítulos de rascunhos que vazaram. Tá aguardando ansiosamente uma possível continuação.
Quanto a mim, gostei da preocupação que a autora tem nas continuações de não fazer referências obscuras os livros anteriores, quando elas acontecem há um resumo na mesma hora. Achei muito legal da parte dela.
E ao contrario da minha motivadora para ler a série, meu personagem favorito é o Jacob. Botei o protetor de tela promocional do 2º filme com ele aqui no trabalho até descobrir que o ator ainda é menor…
Não tem problema, ele deve aparecer denovo num filme seguinte!
1 comment setembro 11th, 2009
Reparei que desde o advento do twitter na minha existência eu passei a blogar menos. Lamentável.
Já estou tomando providências para tentar corrigir isso. Em breve revisarei os cerca de 650 twitts que já dei em busca de tiradas legaizinhas que mereçam um post.
Bem, não exatamente que mereçam, por que se for por mérito eu não escrevo nunca mais. Mas aquelas citações que eu ache que dê para desenvolver mais um pouquinho.
(Por que será que eu me sinto como se tivesse me oferecendo para explicar piadas hein?!)
Posso tentar não ser muito retundante. Vocês podem ver como ficaram no post Resenha? Tô fora! ou em Compulsão literária e me dizer que a idéia é boa ou não. Vamos ver no que que dá!
4 comments dezembro 5th, 2008
Eu adoro ler, apesar de andar numa fase onde só leio porcaria. Por causa desse saudável vício e da minha parca memória eu volta e meia me deparo com um problema.
Entro na livraria, banca de jornal ou banca da feirinha de livros:
- Hunnn, esse título não me é estranho. Por quê será?
Bem as alternativas são muitas: Alguém me recomendou, li em algum lugar sobre, estava nos próximos lançamentos de um livro que eu li recentemente… Não tenho dúvidas!
- Môço, se eu levar esses “n” livros aqui por quanto sai? (Ás vezes isso cola e ganha-se um descontin!
)
Chego em casa toda pimpona. Mostro as recentes aquisições para a família, que só abana a cabeça, como quem diz “Essa não tem mais jeito”.
Quando vou ver no dia seguinte, com os livros novos já “encaixados” na estante eu reparo:
- Ué, a lombada desse livro é igualzinha a desse outro aqui! Deixa eu ver…
Droga, odeio quando eu compro livro repetido! Que *#$% de memória!
2 comments dezembro 4th, 2008
Em tempos onde eu tomo anticoncepcionais para ver se os pelos dão uma diminuída é engraçado ver esse “blind date”:
[video http://www.youtube.com/watch?v=_DbwJ1c-exE&NR=1]
[youtube _DbwJ1c-exE&NR=1]
Naveguei mais entre os vídeos do gênero e deu para perceber que os vídeos da Vancouver Film School são uma boa pedida para animações no Youtube!
4 comments novembro 29th, 2008
Tentando fugir do meu readquirido vício em romances de jornaleiro, acabei encontrando esse livro de Danielle Stell. Lembrei-me imediatamente de Uma criança no inferno, relato real da infância de Dave Pelzer, um dos piores casos de abuso físico infantil dos Estados Unidos.
Foi difícil. Estava me acostumando aos finais felizes dos romances água com açúcar. Interrompi a leitura para começar a rascunhar este post, com a verteza de que valeria a pena um post só para ele.
Desta vez a violência se passa com uma menina. A mãe ainda é a agressora, mas a família é abastada o que não é usual nesses casos. O pai continua sendo um covarde.
Aliás, nesses livros é que se tem noção de o quanto a omissão também é horrível. Dá uma vontade de enfiar porrada também nos pais que não fazem nada para defender seus filhos das agressões. (Embora isso seja uma visão difícil, uma vez que eu mesma raramente não me omito)
Foi com alívio que eu vi o livro sair das agressões e a garota ser enviada para um convento pela mãe. Afinal no outro livro que eu li com essa temática a história era interrompida (era uma trilogia) quando resgatavam o menino, o que deixava o livro só com passagens de violência.
Foi interessante ver ela se fortalecer na sua vocação (era uma hábil escritora) e vencer na vida, apesar de passar por mais violência na vida adulta. Boa leitura.
4 comments novembro 26th, 2008
Sinto me uma tela vazia desde o ano passado. Certezas que eu tinha como não gostar de coca-cola agora passaram a ser nada, tomo coca cola numa boa.
Sou Estou (não quero imaginar que essa situação seja permanente) indiferente a maioria das coisas. Menos a Morpheus, mas acho que é só por que ele não me perturba muito.
Acho que vou deixar a poeira cair por mais tempo sobre esta tela e deixar aparecerem algumas aranhas. Quem sabe não surge daí algum esboço para eu voltar a desenhar minha própria vida?
12 comments novembro 25th, 2008
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