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Outro dia tive a oportunidade de fazer uma das viagens que eu fazia diariamente e nela me ocorreu uma curiosidade quanto a nomeação de lugares. Na verdade, de um só: os Estados Unidos da America.
Como chamar um nativo?
Americano? A rigor, qualquer habitante das Américas poderia requisitar esse tratamento.
Norte americano? Fica um pouco mais preciso, mas novamente, é aplicável também a mexicanos e canadenses.
Estadunidense, como aparece em alguns textos mais conspiratórios? Basta lembrar que o Brasil já teve seu tempo de “Estados Unidos”.
Me pergunto então se essa falta de identidade propria tem algum impacto. Na autoestima, sei lá, a essa belicosidade com todo mundo.
junho 30th, 2011
Pequeno teste feito com o teclado configurado para o alfabeto cirílico.
Continue Reading setembro 10th, 2010
Eu queria que fosse possível adquirir o filme recomendado pela Pilar para botar juízo na cabeça das nossas crianças de hoje em dia, mas acho isso improvável.
Festivais – e essa história linda é contada [forrest gump-o contador de lorotas/o contador de histórias] num deles – não costumam permitir que as pessoas levem para casa o que é projetado. Poderia-se passar para o pendrive ou celular da pessoa né? ser tipo um pré requisito para a produção poder participar de festivais essa possibilidade de venda individual.
Mas deixando essa análise mercadologica à parte: Me lembra fortemente a passagem onde JC manda seus discípulos anunciarem as boas novas em pares.
[Coisa que, by the way, atende bem às possibilidades sexuais-amorosas atuais: 3 os caras tinham uma visão e tanto. E a coisa dos 3 serem um, à lá Venon? Temo muito essses deuses astronautas!]
A inversão é muito bem vinda. De forma suave, mostra que, se quisermos insistir na construção das nossas Torres de Babel particulares teremos vencer muito mais do que as barreiras linguísticas.
E chega que já falei coisa que talvez não devesse! Confiram com os seus próprios olhos essa palhinha, e corram para o festival!
Athé +, P-soal!
Nina Maria Zander, ex redatora dos 3108 Aritmante/Bibliogando.
Tags: Torre de чехов
setembro 7th, 2010
Finalmente entendi por que acabei escolhendo blogar como uma das minhas formas de expressão:
3108
Olhem com calma. Esse número não lhes lembra absolutamente нада?
Fiquem tranquilos, sei que não é fácil compreender outro idioma assim, de repente né? Por isso a maravilhosa Claudia Sardinha explica o segredo num post do Tecnologia Outonal. Tão interessante que devo até movimentar isso aqui de novo!
Até mais p…P-soal!
3108
setembro 6th, 2010