Eu queria que fosse possível adquirir o filme recomendado pela Pilar para botar juízo na cabeça das nossas crianças de hoje em dia, mas acho isso improvável.
Festivais – e essa história linda é contada [forrest gump-o contador de lorotas/o contador de histórias] num deles – não costumam permitir que as pessoas levem para casa o que é projetado. Poderia-se passar para o pendrive ou celular da pessoa né? ser tipo um pré requisito para a produção poder participar de festivais essa possibilidade de venda individual.
Mas deixando essa análise mercadologica à parte: Me lembra fortemente a passagem onde JC manda seus discípulos anunciarem as boas novas em pares.
[Coisa que, by the way, atende bem às possibilidades sexuais-amorosas atuais: 3 os caras tinham uma visão e tanto. E a coisa dos 3 serem um, à lá Venon? Temo muito essses deuses astronautas!]
A inversão é muito bem vinda. De forma suave, mostra que, se quisermos insistir na construção das nossas Torres de Babel particulares teremos vencer muito mais do que as barreiras linguísticas.
E chega que já falei coisa que talvez não devesse! Confiram com os seus próprios olhos essa palhinha, e corram para o festival!
Athé +, P-soal!
Nina Maria Zander, ex redatora dos 3108 Aritmante/Bibliogando.
Tags: Torre de чехов
setembro 7th, 2010
Finalmente entendi por que acabei escolhendo blogar como uma das minhas formas de expressão:
3108
Olhem com calma. Esse número não lhes lembra absolutamente нада?
Fiquem tranquilos, sei que não é fácil compreender outro idioma assim, de repente né? Por isso a maravilhosa Claudia Sardinha explica o segredo num post do Tecnologia Outonal. Tão interessante que devo até movimentar isso aqui de novo!
Até mais p…P-soal!
3108
setembro 6th, 2010
O que uma mulher apaixonada por mussolini, comércio de almas e baiacu têm em comum?
Todos foram temas de filmes na Maratona Odeon da semana passada. Uma grata surpresa, devo confessar.
Venho ha um bom tempo acalentando a idéia de ir numa dessas sessões múltiplas promovidas – em geral - na primeira sexta feira do mês no Odeon, o único cinema sobrevivente dos áureos tempos da Cinelândia. Uma sessão tripla de cinema intercalada com música coroada por um café da manhã era algo que me atraía.
Mas tinha eu meus complicadores:
- Como aguentar uma madrugada acordada depois de um dia de trabalho?
- Como passar essa madrugada sozinha, uma vez que depois de algumas sondagens eu não consegui ninguém disposto a me acompanhar?
- E para ficar mais idade média, junto com a questão de não ter um acompanhante: Como explicar em casa que vou passar uma noite acordada, fora de casa e desacompanhada?
A curiosidade acabou sendo maior: Aproveitei o princípio das férias, arrumei algo para fazer no sábado que justificasse minha permanência no centro – o Luluzinhacamp – e me armei de cara de pau para ficar lá sozinha entre grupos. E foi ótimo!
Eu lá, com o meu sanduíche-brioche de queijo brie com damasco, encarando o olhar psicótico de Mussolini em “Vincere”. Me deliciando com o argumento fantástico de “Almas à venda” e rolando de rir com o bizarro “Morgue Story – sangue, baiacu e quadrinhos”. Fui pensando em me consolar com a música e com o café da manhã, mas o prato principal foi mesmo os filmes.

Excedeu totalmente as expectativas. Quero de nooooovo!
agosto 13th, 2010
Estava observando a quantidade de animações que usa a idéia de ciclo. Este recurso deixa óbvia a repetição das situações, valendo-se frequentemente da inversão de papéis, retratando de forma extrema situações que a vida às vezes nos impõe.
E não precisa se ser como no clássico “The cat come back“, onde a repetição da volta do endiabrado gato laranja à casa do trompetista embalada por uma musiquinha folclórica nos leva ao riso. Pode ser dramático como em “Pivot“, onde um fotógrafo testemunha um assassinato e a história passa por uma reviravolta que o leva de novo para a cena inicial.
Outro filme que usa a idéia de ciclo com inversão de papéis como encerramento é o italiano “Videogioco a loop experiment“, uma animação com recortes que apesar de ter um enredo meio nojentinho, mostra que a idéia do ciclo não é restrita ao uma técnica ou escola de animação. Também não é algo recente, uma vez que outras animações da mostra 18 anos explora o recurso, como o nacional “Vida Maria“.
Resta admitir que esses movimentos fazem parte da vida cotidiana: a sensação de deja vu não é desconhecida de ninguém, e por isso gera tanto reconhecimento e emoção quando é retratada pela arte.
Tags: Anima Mundi
julho 20th, 2010
[Outro post do túnel do tempo. Talvez ajude na compreensão do blog]
Categorias
Bem, eu tentei fazê-las com números para alguma coisa no blog ter a ver com o nome que eu escolhi para ele, mas não deu. Não consigo produzir nada que se encaixe nas categorias e acabo classificando tudo como 22 (loucuras) ou 42 (a vida, o universo e tudo mais). Assim, vou dar um presente de natal antecipado e dizer uma das coisas que estou planejando para 2009: novas categorias para o Aritmante.
Devo dizer que isso levou muito tempo de reflexão entrecortada para surgir, já que eu tenho tão pouco material que fica difícil classifica-lo. Pensei por hora em 4 categorias:
Cartas – Desabafos sobre a minha pacata vida. Tipo “meu querido diário” mesmo. Acho que é a maioria do que eu escrevo por aqui.
Ensaios – Divagações sobre algo. Não sei se eu escrevo algo assim, é meio que uma evolução de “Cartas”.
Utilidade Pública – Propaganda de eventos e esse tipo de coisa que às vezes eu faço (sem remuneração para a minha vergonha).
Invejinha – Para abarcas as pseudo-resenhas que eu faço falando sobre livros, na sua maioria.
Vou tentar classificar os cerca de 300 textos antigos que eu tenho nesses termos para ver se funciona.
Tags: planejamento
julho 18th, 2010
[Servicinho de utilidade pública que eu escrevi como página em vez de post e perdi antes de publicar antes de 8.11.2009.]
Para a galerinha que teve está com preguiça de estudar as novas regras de português que passam a valer a partir do ano que vem, o Interney tem boas notícias: Ele, por sugestão do Inagaki, criou um conversor ortográfico!
Funciona assim: Você cola o seu texto na caixinha – tendo o cuidado para quer não haja maiúsculas, essa versão não as suporta – clica no botão “Enviar” e voilá! Seu texto estará de acordo com as novas regras!
O autor pede que quem perceber algo estranho entre em contato com ele!
julho 17th, 2010
Graças à generosidade da querida companheira de luluzinhacamp @deniserangel tive a oportunidade de estar presente na abertura do Anima Mundi 2010. Infelizmente ela não pode aproveitar o par de convites que ganhou na promoção realizada pelo @blogpetrobras por estar adoentada (mas já está devidamente intimada a assistir uma sessão comigo, aiaiaiaiai!).
Para quem não sabe, o Anima Mundi é um festival de animação fantástico que fez o feito de elevar a produção de animações no Brasil de menos de 200 vídeos em 83 anos para mais de 2000 em seus apenas 18 anos de existência. Apesar de ser cria tupiniquim, não exibe exclusivamente obras nacionais: inscrevem-se para o evento filmes de vários lugares, como a estreante República da Macedônia.

A Petrobras é uma das principais patrocinadoras do evento, mas, como todo o evento nacional, há mais uma séééérie de patrocinadores. Ocupou 1/4 dos apresentadores, para se ter uma idéia. Mas uma infinidade de patrocinadores tem lá suas vantagens, como permitir que que o ingresso de cada sessão custe ridículos R$ 6,00.
A sessão de abertura do Anima Mundi é um evento e tanto. Barraquinhas nos recebem com o clássico pipoca-e-guaraná enquanto o local cedido pelos Correios para a montagem da Praça Animada, cujas origens digamos circenses foram lembradas na apresentação, não era aberto para a exibição da sessão. Depois de todos acomodados, quatro apresentadores se revezaram comentando as origens e a programação do Anima Mundi 2010.
A sessão propriamente dita foi composta de 11 curtas produzidos com diversas técnicas, selecionados para serem como um resumo do que deve ser esperado para este ano. Devo dizer que somente quatro filmes me causaram estranheza, mas mesmo estes tinham seu quê de interessante que me impedem de considera-los ruins: dos outros, classifica-los como menos do que excelentes seria uma ofensa.
A estrutura da primeira da mais de 60 sessões do Anima Mundi tem uma característica que infelizmente não pode ser replicada para todas: o comentário inicial sobre as animações que serão apresentadas dá uma certa expectativa sobre o que iremos ver, atiça nossa curiosidade enquanto nos informa. Uma pena que não seja dedicado pelo menos uma das salas de projeção para esse formato.
Com essa amostra, não tenho dúvidas: Me esqueçam na próxima semana. Estarei muito ocupada fazendo minha maratona Anima Mundi. Se eu fosse você visitaria AGORA a programação on line e já ia escolhendo o que assistir, afinal começa hoje aqui no Rio e só temos uma semana!
PS: Paulistas não fiquem tristes, a vez de vocês é logo em seguida!
PS2: Galera fora do eixo Rio-SP, não se desesperem: É possível levar o Anima Mundi para a sua cidade (pelo menos algumas sessões). Fuxiquem lá no site do evento que eu lembro que tem algo sobre isso por lá!
julho 16th, 2010
[Outro post dos arquivos, desta vez um ainda não publicado. Escrito em algum momento anterior a 23.11.2008 - BoD 1/2]
Deixem-me algum tempo para superar os efeitos do Red bull (Que aliás é horrível puro, agora entendo pq o misturam com coca cola!). Ainda estou com algum efeito colateral, a julgar pelo sonho envolvendo um caminhoneiro baixinho, uma entrada pela janela à la Rapunzel às avessas, uma camisinha estourada e uma velhinha no banheiro para o qual me dirigi depois de me encontrar com a mãe do príncipe na cozinha.
Apesar de me progamar para chegar atrasada, com o trânsito do contrafluxo, acabei sendo pontual. Depois de uma horinha de viagem com mais 7 homens de interesses duvidosos (qualé, centro da cidade sábado à noite?!) cheguei no Recanto da Lapa.
Por enquanto vai só isso mesmo, por que eu tenho que sair para fazer compras com a minha mãe. É o castigo por ir para a farra. ¬¬
Eu poderia guardar isso e continuar depois né? Mas correria o risco deu desanimar, esquecer e acabar não escrevendo nada. Então já já eu volto e conto o resto (ou não).
Athé +!
julho 15th, 2010
Tem uma série de temas por aqui que eu tentei escrever a respeito mas não saiu uma vírgula a respeito. Só para esvaziar a minha lista de rascunhos, farei um post cretino como esse só listando os temas, que são…
- Introdução à fenomenologia – (algo escrito);
- Fermento na massa;
- Pandora eslava – (algo escrito);
- Você não tinha um compromisso para hoje?;
- Como roubam nossas idéias brilhantes… – (algo escrito);
- Seus problemias se acabaram – (algo escrito)
- Psico-história 2010 – (algo escrito);
- Russos no Aritmante?;
- Sobre comentários – (algo escrito);
- Sobre bodas – (algo escrito);
Tomarei coragem para desenvolver esses temas, mas dificilmente será agora. Agora tem gente na fila para usar o computador, tão até me mimando para tentar me subornar. Acho até que vou aproveitar e listar os pendentes também, que são “Repercussões do BAD” e “Evolução da Dança”.
Alguma idéia sobre em qual desses temas eu deveria começar a tratar? Do que vocês acham que se trata?
Tags: planejamento
julho 11th, 2010
Estava olhando alguns posts em aberto e reparei que vários deles eram sobre livros: desde romances de banca a dramas reais sobre encontros com finais não tão felizes, passando por a princesa e o goblin (suposta inspiração para o senhor dos anéis) e pelo pequeno príncipe. Obviamente não conseguiria escrever sobre eles, agora que a adrenalina da leitura deles já foi consumida.
Mas aí já era. A curiosidade foi despertada e fui lá verificar como andavam as minhas leituras desse ano no skoob, afinal foi para isso que ele foi criado não?
Um pequeno aparte. Duas coisas pioram minha dependência crônica e compulsão de/por livros . Uma é a criação dessas feirinhas de sebos que ficam tipo um mês em praças tipo a da Carioca ou Cinelândia, que me faz gastar por lá todo o meu dinheiro de mioça trabalhadora. Outra é a idéia revolucionaria que me foi incutida recentemente que eu não preciso acabar um livro para começar a ler outro: isso gerou uma bela pilha de livros meio-lidos.
Mas voltemos ao foco que é eu tentar descobrir o que me chamou a atenção o suficiente para que eu lesse nesse meio ano. Hoje temos 36 publicações cadastradas no meu perfil, sendo que 12 são do ano passado e outro do novo semestre, então não contam nessa brincadeira. Estou um pouco frustrada, achei que seriam mais que isso, embora tal numero tenha algo de místico. Olhei errado: Eram 78 livros, menos os tais 13… tirando mais dois que não foram publicados ou que estão pela metade.. 63 títulos, nada mau!
Tem um e-book no grupo, que eu achei perdido na rede do trabalho. Devo confessar que livros nesse formato são uma boa opção para melhorar o volume do obras com as quais você tem contato, só que no meu caso tenho que prestar atenção em que tema estou ouvindo por que sou meio dispersiva ouvindo. Mas com “Violetas na janela” não foi muito problema.
Outra ferramenta facilitadora de leitura que eu (re)descobri deste período foram os quadrinhos. Certo, talvez 28 das minhas leituras serem mangás ou hqs talvez só revele minha manobra bara inchar aquele numero de itens lidos, mas foi graças a uma adaptação para quadrinhos que eu pude finalmente descobrir sobre o que se trratava o tão falado “Memórias póstumas de Brás Cubas”. E ainda tem vários destes clássicos nacionais para eu ler, aproveitando que o Extra tava vendendo junto com os jornais.
Outra suposta inutilidade são os onze romances de banca consumidos no período. Talvez sejam somente uma versão da mesma inquitação que me levaram aos livros “sérios”, essa coisa de tentar entender a mim mesmo, aos outros e o universo que nos cerca.
No fim das contas, fiquei com a impressão de que tirei pouco espaço para o lazer dentre os livros. Tirando a série dos Olimpianos e um ou outro título, o lazer acabou meio relegado às figurrinhas. O que é uma estratégia, de qualquer forma.
Agora é começar a pensar nas leituras do respo do ano!
julho 10th, 2010
Newer Posts
Older Posts