Posts with the tag 'ARITMANTE'

Meu primeiro comentário apagado…

Chuif, que emoção!

Pela primeira vez na minha vida de blogueira, ontem alguém apagou um comentário feito. E não foi um alguém qualquer, foi uma Igreja, a “Ministério Internacional Yahweh Shammah“.

Inicialmente houve um apoio à minha desaceleração no ritmo de problogagem, apresentando alguns argumentos para não ser problogger inspirados da vida do Tio Cardoso acabando com um elogio que me fez vermelha.

Entretanto o comentário foi removido! Não sei o que faço. Gostei dele, mas o/a-s autor-a/e-s
retirou o que disse eu não sei se pretendia retirar uma parte do que disse tudo ou se ficou com medo d’eu ser o lado feminino do Cardoso que bloga nos intervalos de sonambilismo do famoso problogger.

Vai ver que foi por isso que eu passei o dia meio deprimida ontem. Elogio retirado. :(
Bom, a vida segue. Tinham 4 que não retiraram comentário.

(Quem será que era? Eu pensei no cara do 1001 gatos, mas acho que seria demais, seria quase como se o próprio Tio Cardoso comentasse. O blog não tem nada…. Vejamos quem será???)

RECADINHOS:
Pato, eu tava te procurando para te convidar para jogar RPG com a gente no Cavaleiras!
Evandro, vou tentar ficar com somente dois também. Mas estou começando a ficar com medo de não dar conta de nenhum. :P
Nuno, também acho que todos merecem um descanso e é isso que eu estou tentando me dar. Esse ritmo de problogger tava deixando o aritmante muito estranho.
Bom, HotAskim, vou ver se aguento um pouco mais dessa coisa de problogger em sua homenagem. Mas estou começando a achar que o “Construindo a Psico-História” é um projeto muito grande para eu levar esse ano.

4 comments janeiro 15th, 2008

191, 200 próximo e eu não me entendo com a monetização

Sempre achei que 100 posts já era um bom número de posts para começar a monetizar (afinal é uma amostra estatisticamente grandinha). Estou chegando em 200 brigando com o programa de afiliados para não botar meu nome neles.

O Adsense nem ligou. Já o BondFaro&Buscapé me rejeitaram, querem saber quem eu sou. Devo dizer? Não tô a fim não, já dei meus dados bancários para eles! QUe saco, querem saber até onde eu moro!

Como eu faço para comprar um cep só para essas correspondência, que fique nos correios e não na minha casa? SACO, SACO, SACO. DO TROPA DE ELITE AINDA POR CIMA.

Nem um post decente consigo fazer. Droga!

2 comments janeiro 10th, 2008

Bases de dados e Biotecnologia

Respondi à senhoriña Beus o seguinte em seu blog:

Beus, as melhores bases de dados, pelo menos no Brasil , são fornecidas por um órgão de estatística oficial, no caso de biotecnologia o ministério da saúde deve te ajudar se sua pesquisa for relevante para eles.sinto muito mas também não falo espanhol…:( Sorry!

Confesso que fiquei com um pouco de preguiça de calibrar o meu cérebro para ler em espanhol, ainda mais agora que estou quase saindo do micro. Espero que a resposta tenha ajudado Beus, pq eu não tive tempo para ler seus posts mas o farei em breve ok?

Beijos a todos,

3 comments janeiro 8th, 2008

Mais um Jabá

Dessa vez no blog do Tiago Celestino:

Sei que é meio mal-visto na blogosfera essa coisa de jabá, mas eu venho humildemente apresentar um singelo blog coletivo de ficção baseado no filme tropa de elite. Se você tiver interesse é só dar um pulinho lá e olhar sem compromisso, hehehe!

Vamos ver se essa estratégia dá certo, mas temos que invstir numa divulgação de longo prazo como um mega meme sinistro! Eu começo passando a tarefa dos leitores dos meus blogs fazerem frases de efeito para o Adwords!

2 comments janeiro 8th, 2008

Uma criança no inferno

Eu não contei para vocês, mas um dia desses eu passei nas Sendas e gastei uma pequena fortuna com 5 livros daqueles de R$ 9,99. E Uma criança no inferno é um deles.

O primeiro volume da trilogia narra o período entre 4 e 12 anos da vida de Dave Pelzer, um dos casos mais extremos de violência contra a criança nos Estados Unidos.

O drama autobiográfico começa na década de 60, quando a mãe do pequeno David começou a criar jogos que botavam Jigsaw no chinelo. A lista a seguir mostra como o alcoolismo ajudou castigos usuais em jogos brutais de tortura:

  • –> Castigo do isolamento no canto do quarto – Até aqui tudo certo né? Até a supernany recomenda. Mas continua…
  • –> Castigo do isolamento frente ao espelho – ela esfregava o rosto da garoto no espelho e fazia ficar em frente. Evoluiu para a obrigação de recitar o mantra “Eu sou um menino malvado” antes de ficar imóvel olhando para o espelho. Os irmãos começam a se afastar, temendo serem punidos também.
  • –> Buscas impossíveis – Enquanto o pai estava no trabalho, ela botava os filhos para procurarem algum objeto perdido. Culminou com um bofetão quando o garoto, meses de busca depois, esqueceu o que estava procurando.
  • –> Bêbada, a mãe quebra o braço de David ao esbofetea-lo. Finge que nada aconteceu e simula uma queda do beliche para leva-lo ao hospital.

Até aqui a trajetória de violência é mais ou melhos a conhecida. Só que atualmente os profissionais de saúde são treinados para identificar esse tipo de coisa. Mas nos anos 60/70, o médico que atendeu aquele menino percebeu que a fratura não fôra acidental e acabou tratando o guri sem mais comentários, enviando-o de volta para o filme de terror que a sua vidinha estava se transformando:

  • –> Ele começa a estudar e apesar de ir bem no colégio, a mãe insistia que ele havia “envergonhado a família e merecia severa punição”. Segundo a mãe, ele teria que repetir a primeira série – mesmo ele tendo chegado em casa com um trabalhinho cheio de estrelinha/carilhas felizes. Ficou permanentemente proibido de ver TV e jantar. Foi encarregado das tarefas domésticas e alojado no porão.
  • –> A família costumava acampar no verão. Naquele porém ele foi deixado com uma tia. A tentativa de fuga foi punida num turno de 24 horas do trabalho do pai, com uma sessão que além da baita surra, incluiu a lavagem da boca com sabão e a proibição de falar sem ser solicitado.
  • –> No Natal a mãe diz que Papai Noel havia enviado uma carta dizendo que ele era um menino malvado e por isso não iria receber presentes como os irmãos. O pai dá desenhos de colorir para o garoto e tem uma discussão com a mãe que o acusa de desautoriza-la na educação do “garoto”, termo que a família passa a usar para referir-se a David algum tempo depois.

Isso está horrível né? Piora. Só neste capítulo, a mãe ainda o proíbe de participar do grupo de escoteiros por “ser um mau menino” e o queima nas chamas do fogão.

Mal ou bem, ela ainda tinha algum medo do pai das crianças. Mas com a impunidade se confirmando, ela consegue levar toda a família para o comportamento doentio. O livro continua, mostrando a solitária luta do garoto pela sobrevivência enquanto a mãe aprimora os jogos.

Eu só sei de uma coisa: Desde que eu li este livrinho, Dave Pelzer é o meu herói. Por que virar uma pessoa decente depois de “uma infância fudida” dessas, como diria o Capitão Nascimento, só um cara digno de farda preta.

E para a mãe, eu só imaginava o saco para ela. E para o fraco do pai, que não botou moral na história. E para os frouxos dos vizinhos, parentes e amigos que passaram OITO ANOS vendo a criança ser torturada e NÃO SE COÇARAM!!! Tá certo que nem se falava muita coisa sobre violência doméstica na época, mas a criança aparece toda quebrada e não foi nada? O cara saia para trabalhar e encontrava o filho todo roxo e nada tinha acontecido? Peralá né?

O saco era pouco. Acho que nesses casos a vassoura era necessária também!

20 comments novembro 18th, 2007


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