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	<title>Aritmante &#187; ARITMANTE</title>
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	<description>Observações de uma psicohistoriadora aprendiz.</description>
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		<title>Meu primeiro comentário apagado&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 12:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ARITMANTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Chuif, que emoção! Pela primeira vez na minha vida de blogueira, ontem alguém apagou um comentário feito. E não foi um alguém qualquer, foi uma Igreja, a &#8220;Ministério Internacional Yahweh Shammah&#8220;. Inicialmente houve um apoio à minha desaceleração no ritmo de problogagem, apresentando alguns argumentos para não ser problogger inspirados da vida do Tio Cardoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chuif, que emoção!</p>
<p>Pela primeira vez na minha vida de blogueira, <a href="http://aritmante.blogspot.com/2008/01/vou-pedir-para-sair.html">ontem alguém apagou um comentário feito</a>. E não foi um alguém qualquer, foi uma Igreja, a &#8220;<a href="http://www.blogger.com/profile/14048958215463977624">Ministério Internacional Yahweh Shammah</a>&#8220;.</p>
<p>Inicialmente houve um apoio à minha desaceleração no ritmo de problogagem, apresentando alguns argumentos para não ser problogger inspirados da vida do Tio Cardoso acabando com um elogio que me fez vermelha.</p>
<p>Entretanto o comentário foi removido! Não sei o que faço. Gostei dele, mas o/a-s autor-a/e-s<br />
retirou o que disse eu não sei se pretendia retirar uma parte do que disse tudo ou se ficou com medo d&#8217;eu ser o lado feminino do Cardoso que bloga nos intervalos de sonambilismo do famoso problogger.</p>
<p>Vai ver que foi por isso que eu passei o dia meio deprimida ontem. Elogio retirado. <img src='http://www.aritmante.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /><br />
Bom, a vida segue. Tinham 4 que não retiraram comentário.</p>
<p>(Quem será que era? Eu pensei no cara do 1001 gatos, mas acho que seria demais, seria quase como se o próprio Tio Cardoso comentasse. O blog não tem nada&#8230;. Vejamos quem será???)</p>
<p><u>RECADINHOS</u>:<br />
Pato, eu tava te procurando para te convidar para jogar RPG com a gente no Cavaleiras!<br />
Evandro, vou tentar ficar com somente dois também. Mas estou começando a ficar com medo de não dar conta de nenhum. <img src='http://www.aritmante.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Nuno, também acho que todos merecem um descanso e é isso que eu estou tentando me dar. Esse ritmo de problogger tava deixando o aritmante muito estranho.<br />
Bom, HotAskim, vou ver se aguento um pouco mais dessa coisa de problogger em sua homenagem. Mas estou começando a achar que o &#8220;Construindo a Psico-História&#8221; é um projeto muito grande para eu levar esse ano.</p>
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		<title>191, 200 próximo e eu não me entendo com a monetização</title>
		<link>http://www.aritmante.com.br/2008/01/10/191-200-proximo-e-eu-nao-me-entendo-com-a-monetizacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 19:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ARITMANTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre achei que 100 posts já era um bom número de posts para começar a monetizar (afinal é uma amostra estatisticamente grandinha). Estou chegando em 200 brigando com o programa de afiliados para não botar meu nome neles. O Adsense nem ligou. Já o BondFaro&#38;Buscapé me rejeitaram, querem saber quem eu sou. Devo dizer? Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre achei que 100 posts já era um bom número de posts para começar a monetizar (afinal é uma amostra estatisticamente grandinha). Estou chegando em 200 brigando com o programa de afiliados para não botar meu nome neles.</p>
<p>O Adsense nem ligou. Já o BondFaro&amp;Buscapé me rejeitaram, querem saber quem eu sou. Devo dizer? Não tô a fim não, já dei meus dados bancários para eles! QUe saco, querem saber até onde eu moro!</p>
<p>Como eu faço para comprar um cep só para essas correspondência, que fique nos correios e não na minha casa? SACO, SACO, SACO. DO TROPA DE ELITE AINDA POR CIMA.</p>
<p>Nem um post decente consigo fazer. Droga!</p>
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		<title>Bases de dados e Biotecnologia</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ARITMANTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Respondi à senhoriña Beus o seguinte em seu blog: Beus, as melhores bases de dados, pelo menos no Brasil , são fornecidas por um órgão de estatística oficial, no caso de biotecnologia o ministério da saúde deve te ajudar se sua pesquisa for relevante para eles.sinto muito mas também não falo espanhol&#8230;:( Sorry! Confesso que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aconcursoganadonolemireselpremio.blogspot.com/2008/01/polmica-y-nuevas-dosis-de-carbn.html">Respondi à senhoriña Beus o seguinte em seu blog</a>:</p>
<blockquote><p>Beus, as melhores bases de dados, pelo menos no Brasil , são fornecidas por um órgão de estatística oficial, no caso de biotecnologia o ministério da saúde deve te ajudar se sua pesquisa for relevante para eles.sinto muito mas também não falo espanhol&#8230;:( Sorry!</p></blockquote>
<p>Confesso que fiquei com um pouco de preguiça de calibrar o meu cérebro para ler em espanhol, ainda mais agora que estou quase saindo do micro. Espero que a resposta tenha ajudado Beus, pq eu não tive tempo para ler seus posts mas o farei em breve ok?</p>
<p>Beijos a todos,</p>
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		<title>Mais um Jabá</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ARITMANTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Dessa vez no blog do Tiago Celestino: Sei que é meio mal-visto na blogosfera essa coisa de jabá, mas eu venho humildemente apresentar um singelo blog coletivo de ficção baseado no filme tropa de elite. Se você tiver interesse é só dar um pulinho lá e olhar sem compromisso, hehehe! Vamos ver se essa estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dessa vez no blog do Tiago Celestino:<a href="http://tcelestino.com.br/blog/american-gangster-esse-e-o-filme.html#respond"></a></p>
<blockquote><p>Sei que é meio mal-visto na blogosfera essa coisa de jabá, mas eu venho humildemente apresentar um singelo blog coletivo de ficção baseado no filme tropa de elite. Se você tiver interesse é só dar um pulinho lá e olhar sem compromisso, hehehe!</p></blockquote>
<p>Vamos ver se essa estratégia dá certo, mas temos que invstir numa divulgação de longo prazo como um mega meme sinistro! Eu começo passando a tarefa dos leitores dos meus blogs fazerem frases de efeito para o Adwords!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma criança no inferno</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 13:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ARITMANTE]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não contei para vocês, mas um dia desses eu passei nas Sendas e gastei uma pequena fortuna com 5 livros daqueles de R$ 9,99. E Uma criança no inferno é um deles. O primeiro volume da trilogia narra o período entre 4 e 12 anos da vida de Dave Pelzer, um dos casos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não contei para vocês, mas um dia desses eu passei nas Sendas e gastei uma pequena fortuna com 5 livros daqueles de R$ 9,99. E Uma criança no inferno é um deles.</p>
<p>O primeiro volume da trilogia narra o período entre 4 e 12 anos da vida de Dave Pelzer, um dos casos mais extremos de violência contra a criança nos Estados Unidos.</p>
<p>O drama autobiográfico começa na década de 60, quando a mãe do pequeno David começou a criar jogos que botavam Jigsaw no chinelo. A lista a seguir mostra como o alcoolismo ajudou castigos usuais em jogos brutais de tortura:</p>
<ul>
<li>&#8211;&gt; Castigo do isolamento no canto do quarto &#8211; Até aqui tudo certo né? Até a supernany recomenda. Mas continua&#8230;</li>
<li>&#8211;&gt; Castigo do isolamento frente ao espelho &#8211; ela esfregava o rosto da garoto no espelho e fazia ficar em frente. Evoluiu para a obrigação de recitar o mantra &#8220;Eu sou um menino malvado&#8221; antes de ficar imóvel olhando para o espelho. Os irmãos começam a se afastar, temendo serem punidos também.</li>
<li>&#8211;&gt; Buscas impossíveis &#8211; Enquanto o pai estava no trabalho, ela botava os filhos para procurarem algum objeto perdido. Culminou com um bofetão quando o garoto, meses de busca depois, esqueceu o que estava procurando.</li>
<li>&#8211;&gt; Bêbada, a mãe quebra o braço de David ao esbofetea-lo. Finge que nada aconteceu e simula uma queda do beliche para leva-lo ao hospital.</li>
</ul>
<p>Até aqui a trajetória de violência é mais ou melhos a conhecida. Só que atualmente os profissionais de saúde são treinados para identificar esse tipo de coisa. Mas nos anos 60/70, o médico que atendeu aquele menino percebeu que a fratura não fôra acidental e acabou tratando o guri sem mais comentários, enviando-o de volta para o filme de terror que a sua vidinha estava se transformando:</p>
<ul>
<li>&#8211;&gt; Ele começa a estudar e apesar de ir bem no colégio, a mãe insistia que ele havia &#8220;envergonhado a família e merecia severa punição&#8221;. Segundo a mãe, ele teria que repetir a primeira série &#8211; mesmo ele tendo chegado em casa com um trabalhinho cheio de estrelinha/carilhas felizes. Ficou permanentemente proibido de ver TV e jantar. Foi encarregado das tarefas domésticas e alojado no porão.</li>
<li>&#8211;&gt; A família costumava acampar no verão. Naquele porém ele foi deixado com uma tia. A tentativa de fuga foi punida num turno de 24 horas do trabalho do pai, com uma sessão que além da baita surra, incluiu a lavagem da boca com sabão e a proibição de falar sem ser solicitado.</li>
<li>&#8211;&gt; No Natal a mãe diz que Papai Noel havia enviado uma carta dizendo que ele era um menino malvado e por isso não iria receber presentes como os irmãos. O pai dá desenhos de colorir para o garoto e tem uma discussão com a mãe que o acusa de desautoriza-la na educação do &#8220;garoto&#8221;, termo que a família passa a usar para referir-se a David algum tempo depois.</li>
</ul>
<p>Isso está horrível né? Piora. Só neste capítulo, a mãe ainda o proíbe de participar do grupo de escoteiros por &#8220;ser um mau menino&#8221; e o queima nas chamas do fogão.</p>
<p>Mal ou bem, ela ainda tinha algum medo do pai das crianças. Mas com a impunidade se confirmando, ela consegue levar toda a família para o comportamento doentio. O livro continua, mostrando a solitária luta do garoto pela sobrevivência enquanto a mãe aprimora os jogos.</p>
<p>Eu só sei de uma coisa: Desde que eu li este livrinho, Dave Pelzer é o meu herói. Por que virar uma pessoa decente depois de &#8220;uma infância fudida&#8221; dessas, como diria o Capitão Nascimento, só um cara digno de farda preta.</p>
<p>E para a mãe, eu só imaginava o saco para ela. E para o fraco do pai, que não botou moral na história. E para os frouxos dos vizinhos, parentes e amigos que passaram OITO ANOS vendo a criança ser torturada e NÃO SE COÇARAM!!! Tá certo que nem se falava muita coisa sobre violência doméstica na época, mas a criança aparece toda quebrada e não foi nada? O cara saia para trabalhar e encontrava o filho todo roxo e nada tinha acontecido? Peralá né?</p>
<p>O saco era pouco. Acho que nesses casos a vassoura era necessária também!</p>
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